Sempre achei estranho esta troca de presentes no Natal. De há muito a festa cristã tornou-se uma festa pagã, quase dionisíaca — festança, comilanças, bebedeiras e exibições de poder do tipo: meu-presente-é-mais-caro-do-que-o-seu... Se o Natal é a festa de Jesus, que presente Lhe damos? Não mais refletimos o Natal, oramos o Natal, agradecemos a vi(n)da d'Ele. Menos ainda louvamos nosso Deus interior e seus cotidianos milagres, suas bênçãos e bem-aventuranças quase imperceptíveis aos nossos sentidos desatentos.
Que possamos, nesta véspera do dia 25 de dezembro, nos envolver mais com os significados deste nascimento para o mundo e para cada um de nós.
E é neste clima medidativo e de festa íntima que desejo a todos um
